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Nossa primeira lasanha

Isso mesmo: a PRIMEIRA. Fico até impressionado de não termos tentado antes. Aliás, eu nem fazia ideia do processo e tive que estudar um pouco. Foi também nossa terceira massa caseira e a melhor de todas até agora.

Começamos de trás para frente (o que deve ser o usual). Primeiro preparamos o molho com a carne. Foi uma espécie de ragú, cozido por 1 hora e meia na pressão. Composto de

– 400 g de músculo picado em cubos
– 3 tomates picados em cubos
– 2 cebolas picadas em cubos
– 1 pimentão vermelho grande e bem maduro picado em cubos
– 1 cenoura picada em meias rodelas
– 5 dentes de alho picados em cubos
– 1 copo de vinho tinto
azeite de oliva
manjericão
salsa
pimenta calabreza
sal
açúcar
água
– 1 lata pequena de extrato de tomate (se quiser ser purista, aumente o número de tomates)

Picados os ingredientes, eles foram todos para a panela, misturados. Atente para a quantidade de água. Tome cuidado para não secar a água (a gente abriu no meio do caminho). Fizemos esse molho na noite anterior e o deixamos apurando até o dia seguinte dentro da panela fechada.

Para a massa foi uma receita bem básica:

– 2 xícaras de farinha de trigo
– 5 ovos
– 1 colher de sopa de óleo de milho
sal

Isso tudo tem que ser misturado e sovado até virar uma bola que não grude tanto. Depois você passa no cilindro. Optamos por fazer uma massa fina (espessura 4 do nosso cilindro). Achei que ficou muito melhor do que aquelas massas grossas que às vezes a gente encontra por aí. Outra coisa interessante foi que a travessa em que nós montamos a lasanha era mais ou menos da largura do cilindro, assim, pudemos trabalhar com grandes folhas de massa, o que na minha opinião também foi muito bom porque criou uma separação definitiva entre as camadas de molho. A gente cozinhou as folhas de massa assim que acabamos de cilindrá-las. Como se cozinha macarrão, por cerca de 2 minutos, e imediatamente as mergulhávamos em água fria para parar o cozimento. A massa ficou al dente e deliciosa.

      

(Detalhe: essa quantidade deu exatamente o dobro do que precisávamos. A Pri estendeu as folhas restantes numa bandejinha de isopor, separada por sacos plásticos cortados para congelar.)

Tínhamos ainda um molho branco, béchamel básico de leite, farinha de trigo, margarina, noz moscada e sal. O processo é conhecido: derreter a margarina e misturar com a farinha até ficar bem homogêneo, depois ir acrescentando o leite, misturando bem para dissolver tudo e mexer até obter a consistência desejada. A noz moscada entra no meio do processo.

Tenho ainda dois ingredientes que não apareceram até agora, só na montagem: 300 g de queijo mussarela ralado e parmesão ralado (fresco – é mais barato do que aqueles de saquinho; faça as contas) a gosto.

Fizemos a montagem (importante lembrar de untar a base da travessa com azeite). Uma camada de massa, outra de carne com a mussarela, outra de massa, uma de molho branco e um pouco de parmesão, massa, carne, mussarela, molho branco, parmesão e assim por diante até encher a travessa. No final, após a última massa, colocamos só parmesão e um pouquinho de páprica doce e manjericão para decoração.

Falta assar e para isso cubra com papel alumínio e leve ao forno em fogo médio-alto (dependendo do seu forno). Pode ficar de 30 a 40 minutos coberto se o seu molho estava frio como o nosso. Depois você tira o papel alumínio e deixa mais uns 10 para dar uma dourada na parte de cima.

MassasReceitas

GuGomes • 29/05/2011


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